Bill Russell, morto aos 88, fugiu da pobreza e do racismo pelo basquete

Governo começa a pagar auxílios turbinados a dois meses da eleição; veja calendário e quem recebe
1 de agosto de 2022
Morre a atriz Nichelle Nichols, a tenente Uhura, de ‘Star Trek’, aos 89 anos
1 de agosto de 2022
Certa vez perguntaram a Bill Russell, morto no domingo (31) aos 88 anos, se a Medalha Presidencial pela Liberdade, honraria do governo norte-americano, concedida por Barack Obama, em 2011, tinha sido a principal premiação recebida pelo ex-astro da NBA. Russell, dono da carreira mais vitoriosa do basquete dos Estados Unidos, afirmou que fora o segundo maior prêmio de sua vida. Então, qual seria o mais importante?

“Aos 77 anos, meu pai me disse: ?Tenho muito orgulho de você ser meu filho”, contou o ex-pivô do Boston Celtics. “Meu pai é meu herói. E não consigo perceber nada maior do que isso.”

Em uma época de segregacionismo, a união familiar foi um dos principais trunfos para o garoto William Russell não naufragar durante os anos difíceis da infância. Bill nasceu em 1934, em West Monroe, na Louisiana, um dos Estados mais racistas dos EUA. O preconceito contra os negros era tão forte que esses eram obrigados a esperar em fila para serem atendidos no comércio. Os brancos sempre passavam na frente.
Leia mais (08/01/2022 – 00h30)

Os comentários estão encerrados.