Diagnóstico de ‘doença da gafe’, prevalente a partir dos 50, pode demorar seis anos

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Perder o interesse pelo autocuidado, como cortar o cabelo e fazer as unhas, compulsão alimentar e comportamentos inadequados em público são alguns dos sintomas de DFT (demência frontotemporal), popularmente conhecida como doença da gafe. O mal, que altera o modo de agir, tem diagnóstico correto tardio -pode levar seis anos, segundo especialistas.
Leia mais (06/12/2022 – 16h00)

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