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Rondônia, sábado, 14 de fevereiro de 2026.

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Antropologia e arqueologia revelam o que foi ocultado

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Para as famílias, eles nunca foram apenas números. Mas, durante décadas, foi assim que o Estado tratou os desaparecidos da ditadura – como ossadas anônimas escondidas em uma vala comum do Cemitério de Perus, em São Paulo. Agora, graças ao trabalho rigoroso da ciência e do engajamento de familiares e ativistas, nomes como Denis Casemiro e Grenaldo de Jesus da Silva reaparecem, não como estatísticas, mas como vidas interrompidas pela violência do Estado.
Leia mais (06/06/2025 – 08h30)
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