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Rondônia, sábado, 14 de fevereiro de 2026.

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Educação antirracista desafia escolas com debate complexo e multidirecional

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O filho da psicóloga Luana Cruz Bottini, 47, estava no quarto ano do ensino fundamental quando esbarrou em um colega durante um jogo de futebol na escola. “Seu negro filho da puta”, ouviu em resposta. O xingamento foi classificado como racista pelas crianças ao redor, que repreenderam o agressor.
Leia mais (09/04/2025 – 04h00)
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