Habermas e a inteligência artificial

DJ90
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Jürgen Habermas morreu. Durante os anos 1995 e 1996, com um grupo de colegas do PET-Capes no direito da USP (Universidade de São Paulo), lemos na íntegra sua Teoria da Ação Comunicativa. Tudo por obra do professor José Eduardo Faria, que coordenava o programa. Essas leituras mudariam a minha vida. Um dos nossos brilhantes colegas (Lins Ricon), indignado com os textos extensos e técnicos brincava: “Habermas com certeza não sabe andar de bicicleta”.
Leia mais (04/05/2026 – 11h00)
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