No século 13, no Mosteiro da Grande Lavra, no monte Athos, na Grécia, alguém desmembrou um manuscrito com vários séculos de idade. Suas páginas foram raspadas e reutilizadas, passando a integrar a encadernação de outros volumes. A prática era comum na época, já que os materiais eram escassos, e livros deteriorados frequentemente eram reaproveitados.
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