Obra sobre obsessão com a finitude humana traz gatilhos mas deve ser lida

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Como esta é uma coluna que dá dicas de livros, obviamente resenho apenas obras das quais pretendo falar muito bem. Eu estava ansiosa pelo próximo lançamento da escritora Mariana Salomão Carrara, que em 2019 publicou o excelente “Se Deus me Chamar Não Vou” (editora Nós), porque tinha certeza de que seria outro arrebatamento. “É Sempre a Hora da Nossa Morte Amém” já está em pré-venda pela mesma editora e segue tão neurótico, delicioso, trágico, verdadeiro, humano, maluco e maravilhosamente bem escrito quanto o primeiro.
Leia mais (07/19/2021 – 23h45)

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