Na década de 1920, enquanto escavavam em busca de tumbas em Deir el-Bahri, em Luxor, arqueólogos se depararam com uma cena de crime desconcertante: milhares de estátuas destruídas e relevos profanados de Hatshepsut, uma das poucas -e mais bem-sucedidas? faraós mulheres do Egito Antigo.
Leia mais (04/19/2026 – 12h00)
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